sexta-feira, 3 de agosto de 2018
quinta-feira, 19 de julho de 2018
A pré-candidatura a deputado estadual do Professor João Zafalão é resultado de uma proposta coletiva de centenas de professoras e professores, estudantes e trabalhadores de outras categorias que sentiram a necessidade de apresentar na eleição uma alternativa aos retrocessos sociais. Queremos um de nós na Assembleia Legislativa. Um professor, que tem compromisso com a escola pública e com os serviços públicos. Venha somar na construção coletiva de nossas propostas. Se a escola fosse nossa ela seria diferente. Esse projeto é de todos e todas nós ou não será! Não aceitaremos financiamento de empresa e nem de empresários. Fortaleça nossa pré-campanha.
https://votolegal.com.br/em/professorjoaozafalao
sábado, 23 de junho de 2018
Estive junto com Boulos conversando com os operários e operárias, e a aguerrida militância da Resistência. Confira a matéria publicada no Esquerda on line.
Boulos participa de conversa com operários e operárias no ABC paulista
Por: JC Miranda, do ABC, SP
Na última quarta-feira (20), em passagem da pré-campanha por São Bernardo do Campo, ABC paulista, o pré-candidato a presidente Guilherme Boulos (PSOL) almoçou e realizou uma roda de conversas com operários e operárias. Estavam presentes vidreiros, petroleiros, militantes da Resistência, Rua e MTST. Estavam presentes também na atividade a pré-candidata ao Senado Silvia Ferraro e o professor João Zafalão, pré-candidato a deputado estadual.
Guilherme fez um breve intervenção explicando os motivos e a importância da aliança entre PSOL, PCB, vários movimentos sociais como MTST, APIB, Mídia Ninja, entre outros, e da sua candidatura a presidente “Nosso projeto é para disputar as eleições para valer, mas vai além, é preciso retomar a militância da esquerda combativa sem aliança de classes, começando um novo ciclo na luta dos trabalhadores”, declarou Boulos.
Enquanto rolava o churrasco, ouvíamos atentamente a palavra dos dirigentes do Sindicato dos Vidreiros veteranos da luta sindical no ABC e em São Paulo, José Guido, Francisco de Assis, Verivaldo Mota e Paraná, e depois do petroleiro Pedro Augusto.
Todas intervenções resgataram a luta desde a década de 1980 e que a pré-candidatura de Boulos era a esperança para retomar a luta de classes como era no início do PT e ouvimos um relato da situação da privatização na Petrobras.
Foi uma excelente atividade, todos saíram animados com Boulos e reavivando uma esperança em veteranos militantes do movimento operário, revelando todo potencial da campanha que já está se transformando numa ótima ferramenta e ponto de apoio para as lutas da classe trabalhadora, dos explorados e oprimidos.
Os diretores do sindicato declararam que vão convidar Boulos para irem às portas de fábricas da categoria que reúne cerca de 22 mil trabalhadores no estado de São Paulo, levando essa mensagem de esperança, animando a luta pelos interesses imediatos e históricos da classe trabalhadora.
sexta-feira, 22 de junho de 2018
MANIFESTO: QUEREMOS BOULOS NA EACH!
Um verdadeiro absurdo querer proibir o pré-candidato Guilherme Boulos na Universidade. O debate de ideias deve ser livre e democrático. Vamos com Boulos!
Segue abaixo o manifesto dos estudantes, vamos assinar!
MANIFESTO: QUEREMOS BOULOS NA EACH!
A direção da Each, juntamente com a Prefeitura do Campus, enviou email para todos(as) os(as) estudantes da EACH afirmando que não apoia a vinda do dirigente do MTST, Guilherme Boulos, para uma atividade no campus na próxima Terça-Feira às 15:00. O email da Prefeitura chega a afirmar que a atividade é proibida.
Entendemos o posicionamento como arbitrário e anti-democrático, especialmente por uma das convidadas (Lisete Arelaro) ser professora da casa, ou seja, a direção tenta coibir uma docente da USP a participar de uma atividade na própria universidade.
Por ser uma atividade organizada por estudantes e não pela Direção, não fere de maneira alguma o princípio da impessoalidade da administração pública.
A universidade pública tem que ser espaço de livre debate, pensamento e organização estudantil. Atividades deste tipo ocorreram em diversas universidades do país, em outras unidades da USP e, inclusive, com outras figuras públicas que também são nomes postulantes para as eleições de 2018.
Por isso, queremos que a livre organização dos(as) estudantes seja garantida e que a atividade com Guilherme Boulos aconteça na EACH!
Assine o Manifesto:
https://docs.google.com/…/1FAIpQLSeEpzyQHQ5I_cfkJ…/viewform…
https://docs.google.com/…/1FAIpQLSeEpzyQHQ5I_cfkJ…/viewform…
ESQUERDA ON LINE - 22/06/2018
Lateral Esquerda
https://esquerdaonline.com.br/2018/06/22/brasil-bota-um-pe-na-segunda-fase/
Lateral Esquerda
Se um desatento olhar para o placar do jogo (2×0) pode acreditar que foi um jogo fácil. Mas na verdade, até o 45’ do segundo tempo, o Brasil ainda empatava com a Costa Rica. Foi somente nos acréscimos que Coutinho abriu o placar e depois dos 51’ Neymar decretou o fim da partida. Com esse resultado, a seleção vai a quatro pontos e espera o jogo Suíça e Servia. Já a seleção costa-riquenha está eliminada da Copa, cumpre tabela contra a Suíça na última roda.
Os comandados de Tite começaram o jogo mal, o primeiro chute a gol só aconteceu depois dos 25’. Depois disso, Gabriel Jesus chuta e supera Navas, mas o árbitro apita corretamente impedimento. Dali para frente, não se levou perigo ao arqueiro. O ataque formado por William, Gabriel Jesus e Neymar não funcionava, o meio de campo criava jogadas e a bola chegava para os atacantes que erravam no último passe. Já a Costa Rica fazia o estilo de jogo esperado: um ferrolho na defesa e jogava por uma bola no contra-ataque. Principalmente no primeiro tempo, faz isso bem. A bem da verdade, para os centro-americanos o empate era mais do que suficiente.
O elo mais fraco do ataque é William, mal posicionado, se escondia da bola, toca e chuta mal. Tite saca o atacante e coloca Douglas Costa ainda no intervalo de jogo. O jogador da Juve entra bem e muda a cara do jogo – ficando ainda mais “ataque x defesa”. Brasil atacava, atacava, mas errava na finalização ou parava na defesa do ótimo goleiro costa-riquenho. Com 13 minutos, de novo, Tite mexe bem no time, tira Paulinho – que jogava bem, mas burocraticamente – e coloca Roberto Firmino.
Neymar perde chance de gol, com ângulo perfeito para execução do tiro, chuta colocado onde a coruja dorme. Mas a bola passa muito perto e sai pela linha de fundo. O namorado de Bruna Marquezine lamenta muito, porque sabia que havia perdido grande chance de abrir o placar.
Aos 34’ minutos, Neymar cai na grande área, pede pênalti e o juiz holandês Bjorn Kuipers aponta a marca de cal. Mas recorre ao VAR e volta atrás da marcação. Se fosse consequente da sua marcação, o árbitro deveria amarelar a estrela brasileira por simulação. Não faz nesse momento, mas alguns minutos depois amarela Neymar e Coutinho por reclamação.
Como no primeiro jogo, Neymar apanha muito e reclama mais ainda. Tanto o árbitro, quanto Tite observam que o atacante “fala muito!”. Temperamental, Neymar cai na provocação dos adversários e encena faltas e contusões. Atrasando o jogo, era tudo o que os costa-riquenhos queriam.
O primeiro gol só vem aos 46’ do 2º Tempo. Após cruzamento na área, a bola fica com Gabriel Jesus, que a deixa escapar um pouco. De maneira oportunista Coutinho praticamente rouba a bola do pé de Jesus e bica pro fundo do gol. Brasil inteiro comemora aliviado, a zica parecia ter saído e a classificação se encaminhado.
A emoção é tanta que Tite, aprendendo com Neymar, cai na comemoração! Mas o treinador passa bem e não fez ceninha. Se levanta e coloca Fernandinho no lugar de Gabriel Jesus.
O árbitro deixa o jogo correr até depois dos 50’, Costa Rica se desanima ao perceber que estava aliviada, Brasil aproveita e joga mais fácil. Casemiro puxa contra-ataque e toca para Douglas Costa, que passa para Neymar no estilo “se consagra” e o menino da vila só empurra para o fundo da rede, decretando o fim da partida.
Com o apito final, Neymar cai no chão aos prantos – não que alguém tenha visto lágrimas. Deve ter passado um filme na cabeça do atleta: desde sua contusão, horas e horas de fisioterapia e treinamento para estar na Copa. Nitidamente, Neymar não está 100% e a seleção sofre por isso, somos muito dependentes da genialidade dele. Se Neymar e a seleção não se recuperarem, esta terá dificuldades para avançar além das oitavas, seja com o México, embalado, seja com a Alemanha, que deve se reencontrar a partir do próximo jogo.
Contra a Sérvia na última rodada da fase de grupos, Brasil disputará possivelmente a liderança do grupo E. Não pode baixar a guarda e aproveitar que a maré mudou!
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