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Alckmin/Herman querem aumentar nossa jornada de trabalho, acabar com o recesso e prejudicar ainda mais nossa aposentadoria!

Tomar às Ruas para defender a Educação Paulista! Todos/as à Assembleia Estadual da APEOESP Sexta (15/08) às 14h na Praça da República
     Após dois anos de enrolação por parte da SEE na Comissão Paritária, no dia 11 de junho, foi apresentada uma minuta de 56 páginas, elaborada pela CGRH, apresentando alterações na lei 444/85 (estatuto do magistério) contendo profundos ataques aos direitos dos professores e professoras. Querem o aval das entidades do magistério, para transformar a minuta em projeto de Lei e apresentar para votação na Assembleia Legislativa. A SEE esperou o recesso e a copa do mundo para tentar retirar nossos direitos.

Entenda a proposta do governo Alckmin /Herman:
Aumento da Jornada de Trabalho – no artigo 27, a SEE apresenta que a jornada de trabalho passaria a ser cumprida da seguinte forma: 
Jornada Integral (40H) – 32 aulas com aluno / 03 ATPC / 07 hora de Formação em Serviço / 06 ATPL – totaliza 48 horas-aula de 50 minutos cada.
Jornada Básica (30H) – 24 aulas com alun…

Reestatização das empresas privatizadas, uma polêmica necessária

Carta à militância da Frente de Esquerda em SP e ao conjunto dos movimentos sociais combativos

Recentemente, cumprimos o primeiro mês oficial da campanha da Frente de Esquerda em SP, composta pelo PSOL e pelo PSTU. Sem dúvida, estamos nos consolidando, especialmente com as candidaturas de Maringoni para o Governo do Estado e Ana Luiza para o Senado, como uma alternativa de esquerda, dos trabalhadores e socialista, contra os 20 anos de governos do PSDB e a reeleição de Alckmin, mas oposta também à falsa oposição representada tanto pelo PMDB de Skaf, como pelo PT de Padilha
  Estamos construindo importantes acordos programáticos como, por exemplo, o repúdio ao financiamento de empresas para nossa campanha em SP. Tem nos causado preocupação a postura distinta do PSOL na sua campanha presidencial e em campanhas em outros Estados, como Rio Grande do Sul e Amapá.
     Mas, com a exibição das primeiras entrevistas, na grande imprensa, semana passada, do companheiro Maringoni - como no Estadão…
Em Defesa da Educação Pública, Gratuita e de Qualidade!  Em 2011, nosso país foi alçado à sétima economia do mundo, porém nesse mesmo ano o Brasil foi classificado em 88º lugar no ranking da UNESCO, em qualidade educacional. Ou seja, uma das piores do planeta.  A escolaridade média equivale a pouco mais de sete anos, segundo o IBGE, equivalente ao Zimbábue – país “eleito”, segundo o IDH (índice de Desenvolvimento Humano da ONU, o pior país do mundo para se viver.                 Segundo o IBGE, no Brasil existem 13,2 milhões de analfabetos, que corresponde a 8,6% da população com 15 anos ou mais de idade e se considerarmos a população negra, esse índice dobra.  Além destes, ainda temos mais 27,8 milhões de analfabetos funcionais, que são pessoas que passam pela escola e não sabem ler e escrever com correção, o que corresponde a 18,3% da população com quinze anos ou mais. Ou seja, na sétima economia do planeta, 26,9% da população com quinze anos ou mais não sabe ler e nem escrever.      …
Royalties para Educação e Saúde representam um ATAQUE à SOBERANIA Nacional

 No dia 09 de setembro a Presidenta Dilma Rousseff sancionou a lei que destina 75% dos royalties do petróleo e 50% do Fundo Social do Pré-Sal para a educação. O texto determina ainda que 25% dos royalties devem ser usados em saúde. 
 De acordo com o governo, o primeiro repasse para as duas áreas será de R$ 770 milhões e deverá ser feito ainda em 2013. Os recursos deverão alcançar R$ 19,96 bilhões em 2022 e totalizar R$ 112,25 bilhões em dez anos. Os royalties que serão destinados para educação e saúde se referem apenas aos novos contratos da União com comercialização declarada a partir de 3 de dezembro de 2012. 
 Desde as descobertas do pré-sal, setores dos movimentos sociais (incluindo a CUT e a CNTE) defendiam a tese da vinculação dos royalties à educação, porém todas as iniciativas foram barradas pelo governo federal. Com as jornadas de junho, em uma tentativa de responder as demandas sociais, o governo Dil…

ALESP aprova por unanimidade proposta de reajuste escalonado aos professores e muda nossa evolução funcional

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Por volta das 20h do dia 29 de junho foi aprovado na Assembleia Legislativa, por unanimidade a proposta de reajuste dos professores. A proposta que é muito ruim e não garante a reposição das perdas salarias foi apresentada pelo governo com o nome de PLC 37/2011 e continha o seguinte:

Em julho de 2011 - incorpora a GG ao salário base (R$ 92,00 que já recebemos) mais 8% de reposição sobre o salário base;
Em março de 2012-incorpora a 3º parcela da GAM (5%-já aprovado desde 2009);
Em julho de 2012 - repõe mais 5% sobre o salário base;
Em julho de 2013- reposição de 6% sobre o salário base;
Em julho de 2014 - reposição de 7% sobre o salário base.

Além disso o PLC reafirma a prova do mérito e transforma as cinco faixas em 8 faixas, mantendo as provas e os professores aprovados receberão 10,8% de reajuste no salário em detrimento dos 25% de antes. É a manutenção da meritocracia. Os cinco níveis da evolução acadêmica e não- acadêmica, agora passam a ser 8 níveis. Ou seja, já faz boa parte do pla…

PT não fala em nome dos professores

PT não fala em nome dos professores

João Zafalão
é Secretário de Política Sindical da APEOESP
Oposição Alternativa-CONLUTAS e militante do PSTU

Durante o lançamento da candidatura de Mercadante (PT) ao governo de São Paulo, no dia 24/04, o próprio e também Dilma Roussef (candidata a presidente) utilizaram em seus discursos a greve dos professores paulistas para atacarem Serra, por este não ter negociado e ter reprimido covardemente nosso movimento no Palácio dos Bandeirantes.

A intransigência de Serra com o movimento dos professores e a truculência deve ser repudiada por todos, pois para manter seu compromisso com o grande capital deixa a escola pública paulista ruir.

Porém, não podemos nos calar diante do oportunismo de Mercadante e Dilma. Isso porque a greve dos professores além de reivindicar reposição salarial se colocou contra a política meritocrática do governo Serra, expressa na luta contra as provas do mérito, que levou ao congelamento de salário de mais de 80% dos professores a…

Professores Estaduais de São Paulo dão exemplo de Luta

Professores Estaduais de São Paulo dão exemplo de Luta.
João Zafalão
é Secretário de Política Sindical da APEOESP
Oposição Alternativa-Conlutas
e militante do PSTU

No dia 08 de abril após 33 dias de muita luta encerrou-se a greve dos professores paulistas. Nestes 33 dias, os professores de forma corajosa e heróica enfrentaram a truculência do governo de São Paulo, realizando 4 manifestações na avenida Paulista, centro financeiro da capital, três passeatas rumo a praça da República (sede da Secretaria Estadual de Educação) e uma manifestação no Palácio dos Bandeirantes (sede do governo).
Durante estes 33 dias o governo Serra, através do Ministério Público entrou com ação judicial tentando impedir assembleias na Avenida Paulista, com ameaça de multa no valor de R$ 350 mil.
Como os professores não se intimidaram diante destes ataques, no dia 26 de março, o governo Serra patrocinou uma agressão nunca vista contra professores. Foram centenas de professores feridos, alguns gravemente, pelas…